(…) na visão mágica de Pico, dificilmente se chamaria astrológica em qualquer sentido normal, muito menos – e este é o ponto – semelhante a visão de Ficino. De fato, em seus primeiros trabalhos, Pico parece ter tentado reformar a astrologia em suas raízes, substituindo o sefirot cabalístico pelos planetas.

